Prefeitura Municipal
de Itaquaquecetuba/SP
PROFESSOR TITULAR DE
EDUCAÇÃO ESPECIAL

“Sua aprovação não é questão de sorte, 

é questão de preparação — e aqui você encontra o caminho certo.”

Banca:

VUNESP

Incrições

27/10/2025 a 25/11/2025

Data da Prova

25/01/2026

Remuneração

R$3.595,32

Banca:

VUNESP

Inscrições:

27/10/2025 a 25/11/2025

Data da Prova

25/01/2026

Remuneração

R$3.305,33 

Vamos Começar!

Muitos professores acreditam que não têm tempo, foco ou o conteúdo certo para estudar. O Tanalousa entende essa realidade e desenvolveu um método simples e eficiente. As aulas são curtas e objetivas, pensadas para caber na rotina de qualquer professor. O conteúdo é atualizado e totalmente alinhado ao edital.

O material rico e fácil. Assim, é possível estudar de forma leve, mesmo com poucos minutos por dia. Professores que antes desistiam hoje conquistaram a aprovação. No Tanalousa, você encontra organização, estratégia e resultado. 

A sua vaga no magistério está ao seu alcance.

sobre

Quem está por trás dessas soluções?

Professor Vinícius

Graduado em Direito e em Pedagogia, nos últimos 17 anos trabalhando com concursos de Carreiras Educacionais, o que posso dizer é: meu compromisso é com a sua aprovação!

 

Por isso, fiquei conhecido por produzir materiais completos e aulas que não servem apenas para a sua efetivação no concurso, mas para a sua vida profissional.

Eu e minha equipe estamos aqui para te oferecer reais oportunidades de efetivação na sua carreira. Vamos juntos!

CONTEÚDO

O que você encontrará:

01

Método exclusivo 6X: planejar, focar, entender, aprender, revisar e aplicar.

02

Materiais esquematizados em PDF, Videoaulas objetivas, simulados, quizzes e lives.

03

Apostilas, módulo de técnicas e estratégias de estudo + planners de organização

04

Suporte direto com o professor Vinícius para tirar dúvidas e guiar seus estudos de perto.

05

Uma IA criada especialmente para te ajudar com resumos, dúvidas e complementações.

06

Comunidade de estudos que compartilha o mesmo objetivo, mantenha o foco e receba conteúdos e notificações.

07

Conteúdos Atualizados conforme edital.

08

Estude até 25/01/2026.

CONTEÚDO

confira a ementa do preparatório:

    1. Leitura e interpretação de diversos tipos de textos (literários e não literários).
    2. Sinônimos e antônimos.
    3. Sentido próprio e figurado das palavras.
    4. Pontuação.
    5. Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, artigo, pronome, verbo, advérbio, preposição e conjunção – emprego e sentido que imprimem às relações que estabelecem.
    6. Concordância verbal e nominal.
    7. Regência verbal e nominal.
    8. Colocação pronominal.
    9. Crase.
  1. AQUINO, J.G. (org.) Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1996. caps. 2, 3 e 9
  2. BACICH, L., TANZI NETO, A., TREVISANI, F.M. (org.). Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.
  3. BARBOSA, M.C.S. Culturas escolares, culturas de infância e culturas familiares: as socializações e a escolarização no entretecer destas culturas. Educação & Sociedade, Campinas, v. 28, n. 100 – Especial, 2007.
  4. BONAMINO, A., SOUSA, S.Z. Três gerações de avaliação da educação básica no Brasil: interfaces com o currículo da/na escola. Educação e Pesquisa, [S.l.], v. 38, n. 2, 2012.
  5. COLL, C., MONERO, C. (org.). Psicologia da Educação Virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010. caps. 1 e 14.
  6. FRADE, I., ARAÚJO, M., GLÓRIA, J.R Multimodalidade na alfabetização: usos da leitura e da escrita digital por crianças em contexto escolar. evista Brasileira de Alfabetização, Belo Horizonte, v. 1, n. 8, jul./dez. 2018.
  7. HERNÁNDEZ, F., VENTURA, M. Os projetos de trabalho: uma forma de organizar os conhecimentos escolares. In:_____. A organização do currículo por projetos de trabalho: O conhecimento é um caleidoscópio. 5. ed. Porto Alegre: Penso, 2017. cap. 5, p. 59-82.
  8. HOFFMANN, J. M. L. Avaliação: mito e desafio – uma perspectiva construtivista. Porto Alegre: Mediação, 2018.
  9. LA TAILLE, Y., OLIVEIRA, M. K., DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.
  10. LIBÂNEO, J.C., OLIVEIRA, J. F., TOSCHI, M. S. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2012, 4ª Parte, capítulo III.
  11. MENDES, E. G., ALMEIDA, M. A., TOYODA, C. Y. Inclusão escolar pela via da colaboração entre educação especial e educação regular. Educar em Revista, Curitiba, n. 41, jul./set, 2011.
  12. NÓVOA, A. Professores: imagens do futuro presente. Lisboa: Educa, 2009. caps. 2 e 4.
  13. ROPOLI, E. A. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva. Brasília: MEC/SEESP. Fortaleza: UFC, 2010.
  14. SILVA, R.R.D. Currículo, conhecimento e transmissão cultural: contribuições para uma teorização pedagógica contemporânea. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 46, n. 159, 2016.
  15. VEIGA, I.P.A. Projeto Político-Pedagógico e gestão democrática: Novos marcos para a educação de qualidade. Revista Retratos da Escola, Brasília, v. 3, n. 4, jan./jun. 2009.
  16. ZABALA, A., ARNAU, L. Métodos para Ensinar Competências. Porto Alegre: Penso, 2020, caps. 1 e 2.
  17. ROJO, R. Pedagogia dos Multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. In ROJO, R., MOURA, E. (org.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. 
  18. TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2012. caps. 2,3 e 7. 
  1. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (Capítulo II, Seção I – artigos 205 a 214) Direito à Educação (Educação como direito de todos e dever do Estado e da família, princípios do ensino, finalidades da educação, recursos e financiamento).
  2. BRASIL. Lei nº 8.069/1990 Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA
  3. BRASIL. Lei nº 9.394/1996 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB
  4. BRASIL. Lei nº 13.146/2015 Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – Estatuto da Pessoa com Deficiência – Capítulo IV
  5. BRASIL Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) Educação Especial Inclusiva (Orienta a organização do ensino para garantir a inclusão de estudantes com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação, prioritariamente na rede regular de ensino).
  6. BRASIL. CNE/CP Resolução CNE/CP nº 01/2004 Educação das Relações Étnico-Raciais (Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, com foco na valorização da diversidade e combate ao racismo).
  7. BRASIL. MEC/Presidência da República Decreto nº 11.556/2023 Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (Institui a política de esforços conjuntos para que todas as crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental).
  8. BRASIL. MEC/SEB Base Nacional Comum Curricular (BNCC – Capítulos 1 e 2) Fundamentos e Competências Gerais (Concepção de educação, papel da BNCC, e as 10 Competências Gerais que devem ser desenvolvidas em toda a Educação Básica).
  9. BRASIL. CNE/CEB Resolução CNE/CEB nº 04/2010 Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica (Orientações para o planejamento, execução e avaliação dos currículos e dos Projetos Político-Pedagógicos na Educação Básica, destacando a indissociabilidade entre o educar e o cuidar).
  10. BRASIL. MDH/CNE Resolução nº 1/2012 Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (EDH) (Estabelece a EDH como processo sistemático e transversal, com princípios como dignidade humana, igualdade e valorização das diversidades, visando a transformação social e a cultura de direitos).
  1. CARVALHO, Rosita Edler Educação inclusiva: com os pingos nos is 10. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014 INEP – Ministério da Educação (Brasil) A escola comum inclusiva. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusiva Escolar Brasília: MEC, 2010. Fascículo 1.
  2. MACEDO, Lino Ensaios Pedagógicos – Como construir uma escola para todos? 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
  3. MANTOAN, Maria Teresa Egler Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer? 2. ed. São Paulo: Cortez, 1996 Ministério da Educação (MEC) A Escola Comum Inclusiva: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar Brasília: MEC, 2010. Fascículo 1.
  4. RAMOS, R. Inclusão na prática: estratégias eficazes para a educação inclusiva 2. ed. São Paulo: Summus, 2010 (capítulos 5,6,7).
  1. BRASIL LDB – Lei nº 9.394, de 20/12/1996, Artigos 58º, 59º, 60º Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
  2. BRASIL Lei nº 12.764, de 27/12/2012 Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
  3. BRASIL Lei nº 13.146, de 6/7/2015 Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
  4. BRASIL Decreto nº 7.611, de 17/11/2011 Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. 

Bibliografia:

  1. ALCÂNTARA, W. Escola e cultura escolar durante e póspandemia: caminhos para reflexão. Prometeica – Revista de Filosofía y Ciencias, São Paulo, n. 24, 2022.
  2. ALMEIDA, M. E. B., VALENTE, J. A. Integração currículo e tecnologias e a produção de narrativas digitais. Currículo Sem Fronteiras, [S. l.], v.12, n. 3, set./dez., 2012.
  3. BOTO, C. A liturgia da escola moderna: saberes, valores, atitudes e exemplos. Revista da História da Educação. [S.l.] v. 18, n. 44, 2014.
  4. DEMO, P. Avaliação qualitativa. Campinas: Autores Associados, 2008. FERREIRA, N.S.C. (org.). Gestão democrática da educação: atuais tendências, novos desafios. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2013.
  5. PAULILO, A.L. A compreensão histórica do fracasso escolar no Brasil. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 47, n. 166, 2017.


Legislação:

BRASIL. MEC/SEB Conselhos escolares: democratização da escola e construção da cidadania (Caderno 1, parte II) Gestão Democrática e Conselho Escolar (Funções e atribuições dos Conselhos Escolares como órgãos colegiados para deliberação nas áreas político-pedagógica, administrativa e financeira, promovendo a participação comunitária).


Conhecimentos Específicos – Bibliografia:

  1. Bruno, M, M.G O Desenvolvimento Integral do Portador de Deficiência Visual da intervenção precoce à integração escolar São Paulo; Newswork; 1993.
  2. Maia, S.R Fundamentos e Metodologia da Surdocegueira e Deficiências múltiplas 1. ed. Curitiba: Fael,2021.
  3. SASSAKI, Romeu Kazumi Inclusão: construindo uma sociedade para todos Rio de Janeiro: WVA, 1999;
  4. STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
  5. STROBEL, Karin Ouvindo os surdos: pensando a surdez a partir da diferença e da cultura 2. ed. Brasília: MEC, 2009
  6. QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir Becker Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos Porto Alegre: Artmed, 2004
  7. PERLIN, Gladis A educação de surdos e o ensino bilíngue In: QUADROS, R. M. (Org.). Bilíngue: Libras e português como segunda língua. Porto Alegre: UFSC, 2008.
  8. Lei nº 14.191, de 3/8/2021 Modalidade de educação bilíngue de surdos.

    Legislação Municipal:

  9. ITAQUAQUESTA (SP) – SEMECTI Instrução Normativa DEE nº 43, 3/12/2021 Organização do atendimento educacional especializado.
  10. BRASIL Resolução CNE nº 4, de 2/10/2009 Estabelece Diretrizes para atendimento educacional especializado (AEE).
  11. BRASIL Decreto nº 67.635, de 6 de abril de 2023 Dispõe sobre a Educação Especial na rede estadual de ensino.

depoimentos

Pessoas reais, resultados reais:

12x

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Você poderá experimentar o preparatório por 7 dias sem nenhum risco financeiro.

Se, durante esse período, você achar que o conteúdo não é para você (o que é muito improvável), basta pedir o reembolso. Eu devolvo 100% do seu dinheiro, sem multa de cancelamento ou complicação.

perguntas frequentes:

R: Suporte pedagógico completo, bônus exclusivos e todos os conteúdos apresentados nesta página.

R: Até a data de 25/01/2026.

O Tanalousa comercializa seus cursos somente pela Internet, em ambiente digital seguro. O pagamento pode ser realizado por meio de cartão de crédito (em até 12X com juros de 3.49% a.m) ou através de boleto bancário ou PIX (sem possibilidade de parcelamento com essas duas últimas opções). Quando o pagamento é realizado por boleto bancário, a liberação do acesso somente poderá ocorrer mediante confirmação bancária. Este processo é automático e será concluído em até 3 dias úteis após a data do pagamento. Para as compras realizadas com cartão de crédito ou PIX e aprovadas, a liberação do acesso é imediata.

Caso precise sanar alguma dúvida relativa ao material de estudos, problema de pagamento, dados de acesso etc. Nos contate através de nossos canais de atendimento, WhatsApp (43) 99175-8686 e e-mail atendimento@tanalousacursos.com.br ou acesse https://www.tanalousa.com.br/suportetanalousa.

Atendemos de segunda a sexta-feira, das 09h às 12h e das 13h às 17h, e aos sábados, das 9h às 12h.

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R: Ao comprar o curso com cartão de crédito, os dados de acesso serão enviados ao e-mail da compra em nome da plataforma Hotmart (os dados são o link de acesso ao curso e o login). O processo é todo automático. Ao receber o e-mail, você receberá todas as instruções para cadastrar uma senha de acesso para acessar a plataforma de estudos. Lembrando que se o pagamento foi realizado com boleto bancário, há um período de até três dias para aprovação. A confirmação da compra, bem como os dados de acesso podem chegar na lixeira ou na caixa de spam. É preciso estar atento a isso.

R: Abaixo do player de vídeo (das videoaulas), você encontrará arquivos em PDF, os quais são materiais de apoio esquematizados para que você possa imprimir os conteúdos da aula. É importante observar sempre a descrição da aula para entender como os materiais estão postados.

R: Os conteúdos já disponíveis ficam liberados assim que você acessa a plataforma. Os que aparecem como “EM BREVE” estão em produção e serão liberados gradualmente, dentro do período do preparatório, seguindo nosso cronograma interno.

Caso o concurso seja suspenso ou cancelado, o acesso ao curso permanecerá ativo até a nova data de realização da prova ou, no máximo, por 3 meses, o que ocorrer primeiro.

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